quinta-feira, 8 de junho de 2017

Resiliência

A palavra resiliência vem do latim “resilio” — pular para trás, voltar — e seu uso tem aumentado na linguagem atual para descrever nossa habilidade de lidar e se recuperar de adversidades. Algumas pessoas a descrevem como a habilidade de se flexionar ao invés de quebrar, quando sob pressão ou em dificuldade; ou a habilidade de perseverar e se adaptar ao enfrentar desafios. As mesmas habilidades também nos ajudam a estar mais abertos e dispostos a novas oportunidades. Desta forma, ser resiliente é mais do que sobreviver — inclui soltar, aprender e crescer assim como encontrar formas saudáveis de lidar com dificuldades.

Há um ditado famoso: “o que não mata, nos fortalece” — e a ciência demonstrou que existe alguma verdade nisso. Passar por adversidades em nossas vidas aumenta nossa resiliência fazendo com que aprendamos a lidar com elas e a reconhecer e nos conectarmos a nossa rede de apoio. Também traz um senso de superação de adversidades passadas, o que nos ajuda a confiar na ideia de que poderemos lidar com isso no futuro. Todos, provavelmente, já tivemos experiências que foram estressantes no início (como por exemplo uma nova tarefa na escola ou trabalho) para, mais tarde, descobrirmos que não nos desgastamos mais com atividades assim. É muito importante, no entanto, aprender que, nas dificuldades, nossos recursos para superar problemas podem se desgastar, mas não esgotar.

Um ingrediente crucial para a resiliência é o otimismo. Não o otimismo “irreal” ou a negação de que algo ruim aconteceu ou pode acontecer — esta é uma estratégia tão prejudicial quanto sempre esperar pelo pior. Os otimistas realistas são aqueles que trabalham seus problemas como sendo desafios, o que pode incluir planejamento para os piores cenários.

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Nasci em 1983 em Belo Horizonte MG. Sou mineira culturalmente falando. Gosto de viajar, de escrever, de ler, de dançar, de me engajar em projetos desafiadores, gosto de movimento, de mudança. Gosto do aconchego do lar, de casa limpa e cheirosa, de música boa tocando baixinho, de comida boa na mesa. Gosto de amigos por perto, ao vivo. De abraço, de olhar nos olhos, de sentir as pessoas. Mas preciso deixar bem claro que pessoas que se sentem representadas por aquele senhor que está presidindo o país não me agradam. Se são pessoas coniventes com a ignorância, com a crueldade, com a capacidade de desprezar a ciência, a cultura, a arte, os direitos humanos, o meio ambiente, os direitos trabalhistas e outras coisas imprescindíveis para a existência da sociedade, não os quero em minha vida. Posso debater, posso tolerar, posso respeitar. Mas não posso amar e querer conviver com pessoas desse tipo. Sinto muito, mas não rola.