A
palavra resiliência vem do latim “resilio” — pular para trás, voltar — e seu
uso tem aumentado na linguagem atual para descrever nossa habilidade de lidar e
se recuperar de adversidades. Algumas pessoas a descrevem como a habilidade de
se flexionar ao invés de quebrar, quando sob pressão ou em dificuldade; ou a
habilidade de perseverar e se adaptar ao enfrentar desafios. As mesmas
habilidades também nos ajudam a estar mais abertos e dispostos a novas
oportunidades. Desta forma, ser resiliente é mais do que sobreviver — inclui
soltar, aprender e crescer assim como encontrar formas saudáveis de lidar com
dificuldades.
Há um ditado famoso: “o que não mata, nos fortalece” — e a ciência demonstrou que existe alguma verdade nisso. Passar por adversidades em nossas vidas aumenta nossa resiliência fazendo com que aprendamos a lidar com elas e a reconhecer e nos conectarmos a nossa rede de apoio. Também traz um senso de superação de adversidades passadas, o que nos ajuda a confiar na ideia de que poderemos lidar com isso no futuro. Todos, provavelmente, já tivemos experiências que foram estressantes no início (como por exemplo uma nova tarefa na escola ou trabalho) para, mais tarde, descobrirmos que não nos desgastamos mais com atividades assim. É muito importante, no entanto, aprender que, nas dificuldades, nossos recursos para superar problemas podem se desgastar, mas não esgotar.
Um ingrediente crucial para a resiliência é o otimismo. Não o otimismo “irreal” ou a negação de que algo ruim aconteceu ou pode acontecer — esta é uma estratégia tão prejudicial quanto sempre esperar pelo pior. Os otimistas realistas são aqueles que trabalham seus problemas como sendo desafios, o que pode incluir planejamento para os piores cenários.
Há um ditado famoso: “o que não mata, nos fortalece” — e a ciência demonstrou que existe alguma verdade nisso. Passar por adversidades em nossas vidas aumenta nossa resiliência fazendo com que aprendamos a lidar com elas e a reconhecer e nos conectarmos a nossa rede de apoio. Também traz um senso de superação de adversidades passadas, o que nos ajuda a confiar na ideia de que poderemos lidar com isso no futuro. Todos, provavelmente, já tivemos experiências que foram estressantes no início (como por exemplo uma nova tarefa na escola ou trabalho) para, mais tarde, descobrirmos que não nos desgastamos mais com atividades assim. É muito importante, no entanto, aprender que, nas dificuldades, nossos recursos para superar problemas podem se desgastar, mas não esgotar.
Um ingrediente crucial para a resiliência é o otimismo. Não o otimismo “irreal” ou a negação de que algo ruim aconteceu ou pode acontecer — esta é uma estratégia tão prejudicial quanto sempre esperar pelo pior. Os otimistas realistas são aqueles que trabalham seus problemas como sendo desafios, o que pode incluir planejamento para os piores cenários.

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